Evolução da Indútria Fonográfica
A evolução tecnológica influenciou todas as áreas do comportamento humano, inclusive o
cinema, a música, as artes plásticas e a
comunicação. Desde o advento da
computação, a vida das pessoas e o modo de produção das coisas foram alterados. Isto foi devido exclusivamente ao conforto e as facilidades que a ciência, vinculada à tecnologia nos proporciona.
Mais precisamente, a tecnologia reformulou o conceito de indústria fonográfica. Antigamente, as músicas eram gravadas em vinis, também conhecido como bolachão. Eles emitiam um alto índice de ruído e eram muito grandes. Nos anos oitenta, a fita cassete assume o seu auge oferecendo como recurso a possibilidade de fazer gravações caseiras. Seu tamanho também foi extremamente reduzido em relação ao antigo colega.
Chegam os anos noventa, e com eles surgem os famosos CDs. Estes são pequenos discos contendo em um lado a mídia leitora e gravadora e do outro um decalque. Sua qualidade de som em relação à fita cassete é extremamente superior. Atualmente os
DVDs, a evolução do CD, estão no topo das paradas. Eles possuem maior armazenamento de dados, podem vincular vídeo e áudio e são mais resistentes a arranhões.
Contudo as gravadoras a cada dia sofrem mais com o baixo índice de vendas. A pirataria, os altos preços cobrados e a facilidade por conseguir as músicas na internet são alguns fatores que explicam este fenômeno.
Cinema e técnologia
O
cinema nunca contou tanto com a tecnologia como meio de produção inovadora em sua criação artística como hoje. Raros são os filmes que não possuem efeitos especiais computadorizados. Steven Spilberg foi um dos pais do estilo. Ele produziu um mundo paralelo e deu vida a dinossauros virtuais no filme Parque dos Dinossauros, de 1993.
O trabalho de produção dos filmes mudou muito com o tempo. Antigamente, mas não há muitos anos, os computadores eram precários ou inexistentes, e assim, as edições eram feitas de modo manual. O filme, do rolo, era cortado e anexado com a parte seguinte desejada. Assim eram feitas as montagens. Nada de
computadores. Tudo era manual. Os roteiros eram escritos a mão ou datilografados em máquinas de escrever. Todos os cenários eram produzidos.
O épico filme Bem-Hur, de William Wyler produzido pela Warner Bros Pictures foi o campeão em custos financeiros da história do cinema. O filme contava com uma corrida de bigas ao lado do Coliseu. Toda a cidade cenográfica foi construída, inclusive uma réplica da fachada do antigo anfiteatro romano. Além disso, milhares de figurantes foram contratados.
Uma alternativa à falta de tecnologia no início do cinema foi tomada por Alfred Hitchcock. Ele foi considerado um diretor genial por fazer filmes sem cortes. Seu elenco, produção, figurantes, tudo, mas tudo mesmo tinha de trabalhar ao mesmo tempo e de forma brilhante. Hitchcock também ficou conhecido por suas
trilhas sonoras intensas que denotavam suspense.
Voltando aos tempos atuais, o novo cinema é capaz de produzir um filme mais rápido, mais barato e mais comercial devido aos milagres da tecnologia e da
comunicação.
Conflítos no Líbano
Essa é a guerra mais desparelha do mundo. O estado do Israel apoiado pela indústria bélica dos Estados Unidos da América ataca violentamente centros urbanos do Líbano. O resultado dessa fração é representado pela morte de milhares de civis, entre eles jovens, crianças, idosos, turistas, trabalhadores e um ou outro terrorista suicida. Após a intervenção da força de paz da ONU, as tropas israelitas retrocederam e o fim da guerra foi decretado.
Contudo esta é uma guerra sem fim. Ambos os povos requerem a si uma zona territorial que para os dois é santa. Após a morte de Yasser Arafat, líder da Autoridade Palestina, e o coma de Ariel Sharon, ex-primeiro-ministro do Estado de Israel, as conversações de paz foram rompidas, e núcleos extremistas assumiram o poder.
Fora do domínio do cinema americano, chegou às telas do cinema um filme que retrata a realidade e a vida de um terrorista suicida muçulmano. Ele se chama Paradise Now. Ele mostra o caminho que um jovem árabe percorre até o momento da explosão da dinamite no seu peito. Este filme foi produzido por uma empresa israelense, e visa tentar chegar a um acordo de paz entre os povos.
Como menção a um outro filme, contudo mais antigo, mas que retrata o assunto guerra também, Fahrenhait
9/11 do cineasta
Michael Moore, detalha as incertezas e os interesses do governo americano com relação à Indústria do Petróleo no oriente. Este se liga em termos com o Paradise Now, visto que um trata do tema economia e o outro sobre sociedade e religião.
Aniversário dos ataques de 11 de setembro

Hoje completaram cinco anos desde o fatídico ataque de 11 de setembro, que derrubou as Torres Gêmeas de Nova Iorque e destruiu uma ala do Pentágono. Muitas foram conseqüências para o mundo depois desse ataque terrorista. Nunca houve tanto repúdio e discriminação pelos árabes. A sociedade americana passou a viver em eterno estado de pavor.
Os grandes portais da internet, por sua vez, privilegiaram esse acontecimento, e fizeram uma razoável cobertura. O Último Segundo, do portal IG, abriu sua matéria com o seguinte título: “Cinco anos após o 11 de Setembro, Al-Qaeda está dizimada”. O site diz também que desde o dia do atentado mais de 5 mil terroristas foram capturados.
O site do O Globo OnLine falou sobre a visita do presidente norte americano George W. Bush ao marco zero. O site da Folha de São Paulo fez uma cobertura mais complexa que mostrava o número de baixas sofridas pelos cidadãos americanos. Mencionou a visita de Bush ao marco zero e também as relações do atentado com a
crise no Oriente Médio. Abriu sua matéria com “EUA lembram 5 anos do 11/9; Al Qaeda faz novas ameaças”.
O site do Estadão foi o único que deu uma abordagem diferenciada. O jornal publicou um texto de Peter Berger, autor do livro “O Osama Bin Laden que eu Conheço”. Berger faz uma análise geral sobre o atentado onde as incertezas estão em primazia. Ele Menciona a fraqueza das defesas norte americanas, e sugere que o próprio presidente Bush estaria por do atentado com intenção de arrebatar os campos de petróleo da Ásia Central.
Após cinco anos de crise e insegurança, o mundo vem assistindo as incertezas de uma batalha da guerra econômica entre o Oriente e o Ocidente. O
cinema, a literatura e as artes vem sendo pautada por essa nova doutrina do medo.
Dica de Música #2
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Ouça Aimme Mann

Artist: Aimee Mann
Music: Save Me
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You look like a perfect fit
For a girl in need of a tourniquet
But can you save me
Come on and save meIf you could save me
From the ranks of the freaks
Who suspect they could never love anyone
'Cause I can tellYou know what it's like
The long farewell of the hunger strike
But can you save me
Come on and save me
If you could save me
From the ranks of the freaks
Who suspect they could never love anyone
You struck me dumb like radium
Like Peter Pan or Superman
You will come to save me
C'mon and save meIf you could save me
From the ranks of the freaks
Who suspect they could never love anyone
'Cept the freaks
Who suspect they could never love anyone
But the freaks
Who suspect they could never love anyone
C'mon and save me
Why don't you save meIf you could save me
From the ranks of the freaks
Who suspect they could never love anyone
Except the freaks
Who suspect they could never love anyone
Except the freaks who could never love anyone
Visões de uma tarde nublada
Aristóteles tinha razão. Vivemos num mundo classista. Claro que não tão severo como o hindu. Nossas classes são econômicas. Isso se assemelha ao Império Romano. Lá existia um império fantasiado de república. Todos os césares dominavam e satisfaziam seu povo dando a falsa impressão de um país democrático. Lá, quem falasse em império era degolado. Eles já sabiam que ninguém domina a massa enfurecida (anos depois os franceses também descobriram).
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Hoje vivemos em um mundo dito livre e democrático, que impera uma visão irrealista e comercial da vida. Nunca fomos tão superficiais. Quanto mais evoluímos (pelo menos na ciência e na economia) mais distantes ficamos de nós mesmos. Mais perdemos o sentido da vida. Não temos mais a liberdade de sermos nós mesmos. Estamos, a todo momento, dissimulando e dizendo o que nos convém. Agora pergunto, porquê? Uns dizem que ser esperto e tirar proveito em cima dos outros é bom. Mas é mesmo? Acho que as pessoas deixaram a questão de valores éticos de lado e endeusaram o econômico.
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Aí chegamos a velha máxima de todos os tempos: estamos aqui para sermos felizes. Devemos busca-lo. Só uma pessoa com sua consciência tranqüila e serena pode chegar a um estágio próximo de felicidade. Isso independe de dinheiro, classe social, inteligência, posses. Não é algo material. É mais sublime. Mais etérico. Mais humano.
Trajetória da música na minha vida

Minha vida e a música sempre caminharam juntas. Desde que me lembro por gente já a escutava. Com seis anos de idade, eu e meu irmão ouvíamos os velhos vinis dos
Beatles no nosso gramofone (que por sinal temos até hoje). Nunca fui de ouvir música de mulherzinha. Nada de Xuxa, Angélica ou Balão Mágico. Alguns anos depois, por influência de um primo, comecei a escutar algumas bandas punk, como Ramones,
Sex Pistols e Dead Kennedys. The Offspring e Green Day vieram por conseqüência. Fui crescendo e meu gosto musical foi se aprimorando.

Lá pelos 12, descobri o
Guns And Roses. Eu comprei todos os discos. Ouvia todos os dias. Axl, Slash e companhia estavam constantemente girando no meu aparelho de CD. Mais alguns anos, e bandas como Metallica, Rage Against, Deep Purple e Aerosmith assumiram uma percentagem do meu gosto musical. Com 15 anos idade, descobri o Metal. Agora só falava em
Iron Maiden e similares. Enchi o saco quando percebi que todos os vocalistas do estilo tentavam, e faziam de tudo, para imitar Bruce Dickinson.
Tudo que eu conhecia por música mudou quando eu descobri a maior banda de todos os tempos. Comecei a me apaixonar por Heavy Metal Progressivo.
Dream Theater era a banda. James Labrie, John Petrucci, Jordan Rudes, John Myung e Mike Portnoy formavam o quinteto dos sonhos. Instrumentalmente essa foi a maior banda, salvo Yes, de toda a história da música. Ouvi incessantemente suas músicas por uns três anos.
Chegando a contemporaneidade, abandonei esse acesso de virtuosismo. Passei a dar mais valor para o sentimento em relação à técnica. Além do estilo Grunge que aprecio muito hoje em dia, eu me permito ouvir de tudo. Cheguei a maturidade de conseguir extrair o que há de bom nas coisas.
Artigo #2
A favor da pureza
Quando os irmãos Lumière inventaram o cinema no ano de 1895, ainda chamado de cinematógrafo, a nobreza francesa se posicionou radicalmente contra. Ela afirmava que o cinema era uma cópia mal feita dos teatros e das óperas. Que o cinematógrafo iria “emburrecer” as pessoas. Que iria substituir o erudito pelo popular. Que por fim, decretaria a morte de uma cultura fina e elegante o e início do nivelamento da cultura com ênfase na classe mais baixa. Contudo, em pleno ano 2006, vemos que esta tese não se concretizou. O teatro e a ópera estão ativos como nunca. Ambos continuam pertencendo à nobreza. Vimos também que o cinema realmente se tornou popular. Porém, tivemos casos onde a arte esteve em primazia. Podemos citar alguns diretores como Fellini, Coppola, Wim Wenders e até, porque não, Woody Allen. Em alguns casos o cinema serviu de trampolim para o teatro. Nunca os palcos estiverem tão cheios.
Com base nessa comparação, vê-se claramente que as brigas geradas entre os tradicionalistas gaúchos o e Tchê Music apenas porão o tema em pauta, e com isso, ambos os grupos sairão mais fortes. A música tradicionalista não pode morrer, porque ela representa uma cultura de um povo. Os CTGs são como as Óperas francesas. Nossa nobreza está nela. Eles enfatizam, através de danças (atos) toda a história do gaúcho. Os CTGs junto com Movimento Tradicionalista Gaúcho (MTG) devem continuar intocáveis e inalteráveis, pois a história, o passado, não pode ser mexido, alterado ou profanado. Eles carregam, queiram ou não, nossa essência.
O movimento musical Tchê Music provém da cultura nobre do gaúcho. Contudo eles se adaptaram a um novo público, que antes se encontrava marginalizado. Um povo sem origens. Logicamente, a música teve de se tornar popular para atingir este grupo. As questões culturais foram deixadas de lado, e o ritmo se tornou mais sensual. Do quê o populacho mais gosta? De sexo (não que eu também não goste). Essa nova música remete diretamente ao que de mais rude o homem tem. Mais primitivo. Digo isso levando em consideração a forma de dançar. A tradicionalista lembra as danças clássicas européias de século XVIII. O homem bem separado da mulher, com uma das mãos tocando as costas da dama e a outra segurando a mão da companheira. Já a Tchê Music, literalmente, é uma dança maxixada. Tem extremo contato físico. Os participantes ficam, praticamente, acasalando de pé (aqui quero deixar bem claro que não faço julgamento de valor). Com relação às letras, elas não dizem nada. Apenas relatam alguns romances interrompidos, como qualquer música sertaneja é capaz de fazer.
Assim vos digo: nenhum dos estilos está condenado ao fim. O Tchê Music servirá de trampolim, como o cinema foi para o teatro, para uma cultura mais nobre que é a tradicionalista. Contudo, volto a afirmar, a música tradicionalista só irá acabar caso ela se misture a Tchê Music. Depois de misturado, miscigenado, nada volta a pureza.
Web 2.0
Definições um tanto vagas
Em outubro de 2004, o presidente da O'Reilly Media, Inc,
Tim O'Reilly realizou a primeira conferência sobre a
web 2.0. Ela tem como princípio básico à interatividade entre usuário e produtor, tornando os primeiros co-autores. Um bom exemplo são os blogs, os wikis e os softwares de gerenciamento de dados. A web 2.0 permite uma comunicação mais profunda entre os seus usuários. Nunca o termo “aldeia global” de
Marshall McLuhan foi tão atual. O’Reilly definiu web 2.0 como um verdadeiro sistema solar. Ela não tem uma fronteira clara, mas sim um núcleo gravitacional. Pode ser visto como um sistema de princípios e práticas. A internet como plataforma, melhor experiência do usuário,
valorização do conteúdo colaborativo e da inteligência coletiva são algumas das premissas básicas da teoria da web 2.0.
Contudo, as críticas não são poucas a essa nova denominação. O’Reilly é acusado, por muito desenvolvedores, de propor uma teoria vaga e de promover uma grande jogada de marketing.