Sexta-feira, Agosto 25, 2006

Trajetória da música na minha vida


Minha vida e a música sempre caminharam juntas. Desde que me lembro por gente já a escutava. Com seis anos de idade, eu e meu irmão ouvíamos os velhos vinis dos Beatles no nosso gramofone (que por sinal temos até hoje). Nunca fui de ouvir música de mulherzinha. Nada de Xuxa, Angélica ou Balão Mágico. Alguns anos depois, por influência de um primo, comecei a escutar algumas bandas punk, como Ramones, Sex Pistols e Dead Kennedys. The Offspring e Green Day vieram por conseqüência. Fui crescendo e meu gosto musical foi se aprimorando.


Lá pelos 12, descobri o Guns And Roses. Eu comprei todos os discos. Ouvia todos os dias. Axl, Slash e companhia estavam constantemente girando no meu aparelho de CD. Mais alguns anos, e bandas como Metallica, Rage Against, Deep Purple e Aerosmith assumiram uma percentagem do meu gosto musical. Com 15 anos idade, descobri o Metal. Agora só falava em Iron Maiden e similares. Enchi o saco quando percebi que todos os vocalistas do estilo tentavam, e faziam de tudo, para imitar Bruce Dickinson.

Tudo que eu conhecia por música mudou quando eu descobri a maior banda de todos os tempos. Comecei a me apaixonar por Heavy Metal Progressivo. Dream Theater era a banda. James Labrie, John Petrucci, Jordan Rudes, John Myung e Mike Portnoy formavam o quinteto dos sonhos. Instrumentalmente essa foi a maior banda, salvo Yes, de toda a história da música. Ouvi incessantemente suas músicas por uns três anos.

Chegando a contemporaneidade, abandonei esse acesso de virtuosismo. Passei a dar mais valor para o sentimento em relação à técnica. Além do estilo Grunge que aprecio muito hoje em dia, eu me permito ouvir de tudo. Cheguei a maturidade de conseguir extrair o que há de bom nas coisas.